Instituto Linguagem. COMUNICAÇÃO CORPORATIVA
Formação Acadêmica

Fabio Busse estudou em graduação,
doutorado ou cursos livres em:

PUC PR
PUC-PR Curitiba · Brasil
PUC RS
PUC-RS Porto Alegre · Brasil
UGR 1531
Universidad
de Granada
Granada · Espanha
OXF OXFORD
University
of Oxford
Oxford · Reino Unido
CAM CAMBRIDGE
University
of Cambridge
Cambridge · Reino Unido
Bem-vindo ao Instituto Linguagem

Infraestrutura de comunicação
e decisão corporativa

Avaliamos, desenvolvemos e governamos a competência linguística de pessoas e organizações — com método, diagnóstico e responsabilidade.

Avaliação da competência linguística Desenvolvimento orientado por diagnóstico Governança linguística

Instituto Linguagem

Avaliação de Proficiência em Inglês e Espanhol para Empresas

Diagnóstico preciso do nível linguístico segundo o CEFR

Sobre a Avaliação

Um processo diagnóstico estruturado

No Instituto Linguagem, a avaliação de proficiência em inglês e espanhol é tratada como um processo diagnóstico estruturado, e não como um teste genérico.

Nosso objetivo é identificar, com precisão técnica, o nível real de competência linguística de colaboradores e candidatos, com base no CEFR – Common European Framework of Reference for Languages.

A avaliação não mede apenas conhecimento teórico da língua. Ela examina a capacidade efetiva de uso do idioma em contextos profissionais reais, considerando tomada de decisão, clareza de raciocínio, organização do discurso e adequação comunicativa.

Parâmetros Considerados

●  Perfil e função dos participantes

●  Processos decisórios envolvidos

●  Nível de responsabilidade institucional

●  Ambiente técnico, regulatório ou estratégico

●  Resultados do diagnóstico linguístico prévio

Metodologia

Como avaliamos na prática

Nossa metodologia é qualitativa, criterial e alinhada ao CEFR, combinando instrumentos objetivos e análise especializada.

1

Mapeamento do Contexto Profissional

Antes da avaliação, identificamos o ambiente real em que o idioma é utilizado, garantindo que o diagnóstico reflita o uso concreto da língua no trabalho.

— Área de atuação do profissional
— Tipo de comunicação exigida: reuniões, e-mails, apresentações, negociações, relatórios técnicos
— Nível de exposição internacional
— Idioma como ferramenta operacional ou estratégica

2

Avaliação Linguística Estruturada

O processo pode incluir, conforme a necessidade da empresa:

— Entrevista oral individual conduzida por avaliador especialista
— Avaliação de compreensão auditiva
— Avaliação de produção oral espontânea e orientada
— Análise de estrutura gramatical funcional, não decorativa
— Avaliação de vocabulário ativo e terminologia profissional
— Análise de coesão, clareza e organização do discurso

Para posições técnicas ou de liderança, a avaliação inclui simulações comunicativas alinhadas à realidade do cargo.

3

Classificação segundo o CEFR

Com base em critérios objetivos, o profissional é classificado em um dos níveis do CEFR, acompanhado de descrição qualitativa do desempenho.

A1 / A2
Usuário Básico
B1 / B2
Usuário Independente
C1 / C2
Usuário Proficiente
4

Relatório Técnico Detalhado

A empresa recebe um relatório claro, técnico e acionável, utilizável diretamente por RH, T&D, liderança ou compliance, sem necessidade de interpretação subjetiva.

Nível CEFR consolidado
Pontos fortes e limitações reais
Riscos comunicativos associados ao nível atual
Adequação do profissional à função exercida
Recomendações objetivas: desenvolvimento, realocação ou manutenção

Público-Alvo

Para quem é a avaliação?

1 Empresas inseridas em ambientes operacionais multilíngues, nas quais a linguagem impacta diretamente a coordenação, a execução e a tomada de decisão.
2 Organizações dos setores industrial, engenharia, mineração, energia e tecnologia, onde precisão terminológica e clareza estrutural são críticas para evitar desvios operacionais.
3 Profissionais em posições de liderança, gestão, vendas, operações e funções estratégicas, cuja atuação depende da capacidade de formular, interpretar e sustentar decisões em contextos complexos.
4 Processos seletivos que exigem critérios robustos de avaliação linguística, com foco em confiabilidade, consistência e aderência ao contexto real de uso do idioma.
5 Empresas que compreendem a linguagem como infraestrutura cognitiva e decisória — não como um elemento periférico — e demandam alinhamento entre discurso, interpretação e ação.

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Diagnóstico preciso, relatório técnico acionável e metodologia alinhada ao CEFR.

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